As relações empregatícias mudaram, e, com elas, aqueles que controlam a própria carreira saem na frente
As dúvidas sobre como iniciar uma carreira são muito freqüentes na vida dos jovens. Nesse período da vida, questões como "Será que vou conseguir um emprego?" ou "Será que vou ganhar bem?", surgem o tempo todo. Afinal, o momento representa independência econômica e o ingresso para um mundo pouco conhecido. Mas algumas dicas são cruciais para o sucesso da carreira.
- Continue estudando. A maioria dos jovens não consegue reiniciar seus estudos após um lapso de meses ou anos. Além da formação universitária, cursos de pós-graduação, atualização e/ou especialização são necessários para profissionais de qualquer ramo.
- Não se considere "formado" até ter desenvolvido duas competências vitais: o domínio de informática e inglês. Um cinqüentão hoje pode até se dar ao luxo de não falar inglês, mas um jovem executivo, daqui a 10 anos, sem inglês, vai ser mudo.
- Antigamente, se o empregado fosse leal, trabalhasse muito e cumprisse suas funções, a empresa oferecia estabilidade no emprego, aumentos e um sentimento de segurança financeira. Mas hoje, tudo isso mudou, e muito! Agora, se o profissional desenvolve continuamente as competências exigidas, as aplica eficientemente e demonstra ser flexível no dia-a-dia do seu trabalho, a empresa irá apoiá-lo no desenvolvimento dessas competências, reconhecer (e recompensar) a contribuição do profissional para os resultados da companhia e, finalmente, vai remunerá-lo de acordo com o mercado, para que cada funcionário compartilhe o sucesso do negócio.
Com a mudança de atitude em relação ao emprego (que está sendo encarado cada vez mais como um contrato, e não como um casamento), estamos desfazendo o laço emocional entre a empresa e o empregado. Será que isso é realmente bom? Pode existir algum casamento sem compromisso ou qualquer relação entre pessoas sem um contrato emocional? Esse é o impasse da questão.
Autor: Desconhecido