"Nunca é demais um acidente a menos" Nilton P.

Esse blog foi montado por um aluno da AM06, do Senac São José dos Campos. Um espaço dedicado ao debate da profissão e ao crescimento dos profissionais da área. Obs: Todas as vagas são de responsabilidade dos anunciantes e não do blog.

"Nunca é demais um acidente a menos" Nilton P.

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Terra Blog

Categoria: Notícias

23.02.07

Roda Viva

categorias: Notícias
Sérgio Cabral
Governador do Rio de Janeiro

Sérgio Cabral é formando em jornalismo e ingressou na vida pública em março de 1987, quando assumiu a Diretoria de Operações da Companhia de Turismo do Rio de Janeiro. Três anos depois, em 1990, foi eleito deputado estadual, na primeira das 3 vezes que ocupou uma cadeira na Assembléia Legislativa. Em 2002 foi eleito Senador.

No ano passado, o governador completou dezesseis anos de vida pública vitoriosa com a eleição para o governo do Rio de Janeiro. Permaneceu boa parte desse período no PSDB, mas está no PMDB desde 1999.

A vitória de Sérgio Ca bral foi considerada uma conquista da parte aliada do partido com o Governo Federal e retoma a aliança política do Estado com o Palácio do Planalto.

No entanto, a violência preocupa a população. Pouco antes de assumir o cargo, durante o mês de dezembro, Sérgio Cabral viu o crime organizado aterrorizar a população com ações contra ônibus, delegacias e postos policiais.

A morte do menino João Hélio Fernandes, de seis anos, que foi arrastado pelo cinto de segurança durante um assalto no Rio de Janeiro, levanta o debate sobre a redução da maioridade penal.

As milícias, formadas por policiais e ex-policiais que atuam contra bandidos e traficantes e já dominam cerca de 100 favelas da cidade, representam o mais recente problema enfrentado no estado. Elas agem ilegalmente, cobrando taxas de segurança dos moradores e explorando serviços clandestinos.

Participam como convidados entrevistadores:
Ancelmo Góis, colunista do jornal O Globo; Carlo s Marchi, repórter e analista de política do jornal O Estado de S. Pa ulo; Mário Simas Filho, editor chefe da revista IstoÉ; Ana Carvalho, editora adjunta do Jornal Do Brasil; Dacio Malta, colunista do jornal O Dia; Josemar Gimenez, diretor de redação dos jornais Correio Braziliense e do jornal Estado de Minas; Renata Lo Prete - editora do Painel da Folha de S. Paulo.

Apresentação: Paulo Markun
  • criado por  marafi criado por marafi
  • Postado em 16:33:09

Projeto obriga empresas a lavar uniformes

categorias: Notícias

A Câmara analisa o Projeto de Lei 24/07, do deputado Dr. Rosinha (PT-PR), que obriga as empresas que utilizam produtos nocivos à saúde dos trabalhadores e ao meio ambiente a lavar os uniformes de seus empregados. Segundo a proposta, as empresas poderão fazer a lavagem diretamente ou contratar serviços de terceiros, desde que o tratamento dos resíduos da lavagem obedeça à legislação vigente de proteção ao meio ambiente. Caberá ao Poder Executivo fiscalizar o cumprimento da medida.

Dr. Rosinha lembra que algumas grandes empresas já se encarregam da manutenção dos uniformes de seus empregados. Muitas, entretanto, transferem a tarefa aos empregados. O deputado explica que, para retirar adequadamente resíduos tóxicos das roupas, é necessária a utilização de produtos perigosos, que não devem ser utilizados por donas-de-casa sem conhecimento dos riscos, material de proteção adequado e treinamento específico. "A lavagem do uniforme na residência do empregado pode ainda provocar a contaminação de sua família, pela mistura das roupas."

Fonte: Agência Câmara

  • criado por  marafi criado por marafi
  • Postado em 10:20:39

Nota Técnica da SIT explica mudanças na CNAE

categorias: Notícias

O SINAIT esteve na semana passada com a Coordenadora Geral de Fiscalização do Trabalho, Tânia Mara Coelho de Almeida e o Diretor do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho, Rinaldo Marinho Costa, para obter maiores informações sobre as mudanças promovidas na Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE, pela Comissão Nacional de Classificação - Concla. Segundo eles, o MTE buscando acompanhar essas mudanças está preparando os Sistemas de Informações (RAIS, CAGED e SFIT), para recepcionar a nova versão 2.0 da CNAE, cuja tabela já está em vigor.

Na nova tabela as seções, os grupos e as classes serão remanejados. Dois dígitos, referentes a subclasses, serão acrescentados aos cinco atuais. Portanto, as divisões da CNAE, que na versão 1.0 eram 59, na versão 2.0 passaram para 87. As classificações aumentaram em 687 novos códigos. Segundo informou Tânia a Comissão Nacional de Classificação – CONCLA resolveu adotar a nova versão de Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE com o objetivo de padronizar as classificações nacionais.

Veja Nota enviada ao SINAIT pela SIT:

Com a implementação da versão 2.0 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), a pontuação prevista nos itens 2.11 e 2.12 do Anexo I da Portaria MTE nº 357/2005 está temporariamente suspensa. A atribuição de 45 pontos por relatório de inspeção para as empresas classificadas no grau de risco 3 e 55 pontos para as classificadas no grau de risco 4 não será efetuada enquanto não for concluído o processo de revisão da Norma Regulamentadora nº. 4, já que o texto da norma atual não possui a gradação de risco das classes da versão 2.0 da CNAE.

Para viabilizar a continuidade do funcionamento do SFIT, era necessária a associação de um grau de risco único para toda a CNAE 2.0. A opção pelo grau de risco 1 a todas as classes implica, em média, na fiscalização de uma empresa a mais por mês para cada auditor. A medida preserva o interesse da coletividade dos auditores, pois favorece o alcance da meta nacional de eliminação de riscos.

Caso a opção fosse pela padronização do grau de risco 3 ou 4, a diminuição no número de ações fiscais poderia prejudicar o alcance da meta nacional, afetando a parcela institucional nacional da GIFA, cujo percentual é inferior à parcela aferida em razão produtividade de cada AFT.

  • criado por  marafi criado por marafi
  • Postado em 10:18:54

06.01.07

3 Contest

categorias: Notícias
Quero salientar que esta atitude de fazer esta sugestão da realização de um Congresso Nacional não é uma atitude pessoal e isolada mas sim o sonho de muitos colegas que sonham com nossa Categoria organizada e forte, e não uma atitude contra nenhuma pessoa e sim em prol de todos Técnicos de Segurança e dos Trabalhadores do Brasil
 
A realização de um congresso de nossa Categoria neste inicio de governo poderíamos mostrar a nossa força, reunindo milhares de colegas de todo o país
 
Para reivindicar a existência de nosso conselho
 
Termos uma pauta única para a categoria para todo o país Bandeiras de lutas
 
Para termos CCT. convenção coletivas em todos os estados
 
Mostrar as autoridades e ao patronato a importância e força de nossa Profissão.
 
Fazermos uma grande campanha  nacional de filiação da categoria nas entidade sindicais.
 
Fortalecermos os sindicatos em todos os Estados para que todos tenham páginas na intenet com inter-atividade com a  categoria
 
Fazermos um grande debate da proposta do governo  da Política Nacional de Segurança e saúde.
 
Traçarmos estratégia e  orientação da categoria para  ocuparmos espaços no Conselhos Municipais de Saúde em todos os Municípios do país
 
E esta proposta fica a vontade para os colegas fazerem sugestões de temas afetos a nossa profissão que podem entrar num grande debate de nossa categoria
 
um grande abraço atodos
 
Adir de Souza
  • criado por  marafi criado por marafi
  • Postado em 21:24:54

26.12.06

Roda Viva. Dia 1 de janeiro

categorias: Notícias
Mourid Barghouti
escritor palestino

Com a criação do Estado de Israel e a conquista da Cisjordânia e de Gaza, em 1967, os palestinos iniciaram uma batalha por um território independente.

Mourid Barghouti nasceu na Palestina depois da ocupação do território por Israel e viveu um exílio de trinta anos até voltar para a terra natal. Ele nasceu em 1944, num vilarejo próximo à cidade de Ramallah.

Antes um subúrbio de Jerusalém, a cidade tornou-se, nos últimos anos, o centro urbano da Palestina.

No livro "Eu vi Ramallah", Barghouti relata as conseqüências da ocupação israelense na Pale stina, sob o ponto de vista de quem viveu na pele a experiência de ter que abandonar a região.

Lançado no Brasil durante a Festa Literária de Parati de 2006, o livro foi recebido com grande interesse pelo mundo árabe, por tratar de um tema delicado para toda região.

Formando em literatura inglesa, Mourid Barghouti atuou como representante da Organização pela Libertação da Palestina.

Participam como convidados entrevistadores:
Mamede Mustafa Jarouche, professor de literatura árabe da USP e membro do ICA, Instituto da Cultura Árabe; Lázaro De Oliveira, chefe de pauta do programa Metrópolis da TV Cultura; Safa Jubran, professora de língua árabe da Universidade de São Paulo e tradutora do livro "Eu Vi Ramallah"; Beatriz Kushnir, diretora do arquivo geral da cidade do Rio de Janeiro e professora convidada do departamento de história da Unicamp; Norma Couri, colunista do Jornal do Brasil e correspondente da revista portuguesa Visão; Ubiratan Bras il, editor do Caderno 2 do jornal O Estado de S. Paulo; Fábio Santos, diretor editorial do jornal Destak.

Apresentação: Paulo Markun
  • criado por  marafi criado por marafi
  • Postado em 12:35:37